domingo, 12 de junho de 2016

Rinoceronte-negro-do-sudoeste


Nome: Rinoceronte-negro-do-sudoeste
Nome científico: Diceros bicornis occidentalis
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Descrição: O rinoceronte-negro-do-sudoeste é um mamífero herbívoro que habita, tal como o nome indica, no sudoeste africano, mais propriamente a norte da Namíbia (onde habitam mais espécies) e sul de Angola, tendo sido ainda introduzido na África do Sul.
Tal como todos os rinocerontes-negros, este possui lábios pontiagudos, que o permitem procurar e comer alimentos mais duros como raízes, galhos e frutas facilmente, enquanto que os rinocerontes-brancos possuem uma anatomia que lhes permite pastar, simplesmente. Este animal está adaptado a viver em climas áridos, podendo ser encontrado em savanas áridas e desertos.
Atualmente, é listado como vulnerável e a caça ilegal é a maior ameaça à sua existência, dado os preços altos que os seus chifres possuem no mercado internacional.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Rinoceronte-negro-do-sul


Nome: Rinoceronte-negro-do-sul
Nome científico: Diceros bicornis bicornis
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Outros nomes: Rinoceronte-do-Cabo
Descrição: O rinoceronte-negro-do-sul foi um mamífero herbívoro abundante na África do Sul, (desde a Província do Cabo da Boa Esperança até à de Transvaal), na Namíbia, Lesotho e Botswana. Foi extinto por volta de 1850, devido à caça excessiva e pela destruição do seu habitat natural.
Não existem fotografias nenhumas do animal ou dos seus ossos, nem mesmo alguma informação concisa acerca das medidas feitas nos mesmos. Sabe-se apenas que a sua diferenciação como espécime foi maioritariamente baseada nas proporções do seu corpo e crânio, junto com detalhes na dentição. O seu crânio era maior do que o de todas as outras subespécies conhecidas e proporcionalmente grande, comparado com o corpo. Os seus membros eram atarracados. Era um animal adaptado a áreas de vegetação abundante.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Rinoceronte-negro


Nome: Rinoceronte-negro
Nome científico: Diceros bicornis
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Descrição: O rinoceronte-negro é um mamífero herbívoro nativo de países africanos localizados a este e a sul: Botswana, Quénia, Malawi, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia, Zimbábue e África do Sul. Ainda que seja conhecido pelo adjetivo "negro", a sua cor pode variar de cinzento para castanho. Possui oito subespécies e três delas encontram-se já extintas. Tirando esses três, todos os outros elementos da família do rinoceronte-negro são classificadas como estando em perigo crítico. As principais causas foram a caça furtiva excessiva, maioritariamente pelo comércio dos seus chifres, que, na China, são usados de determinados modos, aproveitando as suas capacidades medicinais.
Um rinoceronte-negro adulto mede entre 3 a 3,75 metros de comprimento e entre 1,40 e 1,80 metros de altura. O peso de um adulto oscila por 800 e 1400 quilogramas. As fêmeas são mais pequenas que os machos. Possuem dois chifres no crânio, sendo que o frontal pode chegar até aos 50 centímetros de comprimento. O maior chifre já medido tinha cerca de 1 metro e meio de comprimento. Ocasionalmente, um terceiro chifre pequeno acaba por se desenvolver.
Diferencia-se do rinoceronte-branco pelo tamanho (o negro é mais pequeno), posição da cabeça e lábios mais curvados, em forma de gancho, que o ajudam a alimentar-se de folhas, raízes, frutas e galhos. O próprio posicionamento da cabeça deste rinoceronte é mais elevado do que o do rinoceronte-branco, dado que este passa mais tempo curvado, a pastar.
Quando adultos, são solitários, juntando-se apenas nas épocas de reprodução, normalmente após a estação chuvosa, em ambientes mais áridos. Durante esta altura, as fêmeas demarcam o solo com estrume, que faz com que os machos a sigam. Após uma parada nupcial característica, os pares ficam juntos durante 2 ou 3 dias ou até mesmo algumas semanas. A atividade sexual dura cerca de meia hora. O período de gestação é de 15 a 16 meses.
A sua preservação em cativeiro acaba também por ser um factor de risco para a sobrevivência do animal, dada a quantidade de minerais que consomem, pelos alimentos que lhes são fornecidos. Isto leva a elevadas taxas de mortalidade de rinocerontes-negros em cativeiro.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Rinoceronte-gigante


Nome: Rinoceronte-gigante
Nome científico: Elasmotherium sibiricum
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Descrição: O rinoceronte-gigante, também conhecido somente por "Elasmotherium", foi um mamífero herbívoro extinto que viveu entre o final do período Plioceno e durante o Pleistoceno, portanto, entre há cerca de 2,6 milhões de anos a 29000 anos atrás.
Era reconhecível pelo seu enorme chifre frontal, que se acreditava como sendo um meio de defesa, ataque, para escavar em busca de alimento ou água ou para atrair parceiros. Além disso, as suas patas eram mais compridas que a dos rinocerontes normais, adaptando o animal para movimentar-se a galope, de um modo semelhante aos cavalos. Embora o seu chifre nunca tivesse sido encontrado em fóssil, a sua interpretação como uma parte do animal pôde ser entendida pela presença de uma protuberância de grandes dimensões num crânio descoberto. Além disso, dado que todos os rinocerontes sempre tiveram chifres frontais, não era de admirar que esta espécie também o tivesse.
A primeira evidência fóssil do rinoceronte-gigante encontrada foi uma mandíbula inferior, em 1808, na Rússia. Os indivíduos conhecidos chegam a medir até 4,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e um peso que oscila entre 3,6 a 4,5 toneladas. Habitava em áreas frias e nelas predominavam planícies e estepes pela Eurásia, onde podiam facilmente encontrar alimento.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Rinoceronte-lanudo


Nome: Rinoceronte-lanudo
Nome científico: Coelodonta antiquitatis
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Descrição: O rinoceronte-lanudo é um mamífero extinto que habitava nos continentes europeu e asiático durante o Pleistoceno (época do período Quaternário da era Cenozoica), há cerca de 20000 de anos, aquando da última idade do gelo ocorrida no mundo. O animal chegou, entretanto, a ultrapassar essa época. De acordo com análises de amostras de DNA do rinoceronte-lanudo, descobriu-se que o seu parente atual mais próximo é o rinoceronte-de-sumatra.
Possuía grandes camadas de pêlo e membros atarracados, que tornavam o seu corpo bem adaptado às condições atmosféricas que predominavam durante o seu contexto temporal. Um rinoceronte-lanudo adulto media entre 3 a 3,8 metros de comprimento e o seu peso oscilava entre os 1800 e 2700 quilogramas. Podia atingir uma altura de 2 metros. A sua aparência era apenas conhecida através de pinturas rupestres pré-históricas, até que um indivíduo do sexo feminino bem preservado foi encontrado num fosso de asfalto na vila ucraniana de Starunia,
Em 2011, um fóssil de rinoceronte-lanudo, com cerca de 3,6 milhões de anos de idade, tornou-se na evidência do espécime mais antigo já encontrado, exatamente em um planalto tibetano, sugerindo que estes animais viviam nessa área durante um período de maior calor pelo mundo. Acredita-se que eles tenham migrado para a Ásia e a Europa do norte quando a Idade do Gelo começou.
De acordo com análises feitas à dentição, mandíbula e crânio do animal, chegou-se à conclusão de que ele preferia alimentar-se de pastos normais.
Acredita-se que a sua extinção tenha sido causada pela caça por parte do ser humano e pelas alterações climáticas associadas ao fim da Idade do Gelo.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Rinoceronte-branco-do-norte


Nome: Rinoceronte-branco-do-norte
Nome científico: Ceratotherium simum cottoni
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Outros nomes: Rinoceronte-de-lábios-quadrados-do-norte
Descrição: O rinoceronte-branco-do-norte é um mamífero herbívoro africano e uma das duas subespécies do rinoceronte-branco. Habitava em pradarias e savanas a norte e no centro do continente africano, mais propriamente numa área que abrangia a República Centro-Africana, Congo, Uganda, Sudão, Chade e Camarões.
Pesquisas recentes sugerem que o rinoceronte-branco-do-norte é uma espécie diferente do grupo do rinoceronte-branco, devido às suas características morfológicas e genéticas diferenciadas, que podem assumir que as duas espécies em questão já estavam separadas há mais de um milhão de anos, tendo em conta os respetivos antepassados pré-históricos. No entanto, estes resultados não foram aceites, universalmente, por parte de outros cientistas.
Podem aguentar até 5 dias sem beber água. Podem medir entre 3,5 a 5 metros de comprimento, 1,5 a 1,8 metros de altura e pesar entre 1800 a 2700 quilogramas.
A espécie encontra-se, atualmente, em perigo crítico de extinção, devido a atividades intensivas de caça. Os supostos últimos exemplares encontram-se em cativeiro, sob uma proteção reforçada. Este rinoceronte é referido como sendo uma espécie possivelmente extinta na natureza e desde 2015 que só existem três indivíduos conhecidos no planeta.

domingo, 5 de junho de 2016

Rinoceronte-branco-do-sul


Nome: Rinoceronte-branco-do-sul
Nome científico: Ceratotherium simum simum
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Outros nomes: Rinoceronte-de-lábios-quadrados-do-sul
Descrição: O rinoceronte-branco-do-sul é um mamífero herbívoro africano e uma das duas subespécies de rinoceronte-branco existentes, sendo considerada como a espécie de rinoceronte mais comum e com maior número de exemplares, contando com mais de 20000, desde 2013, de acordo com fontes fiáveis.
Este rinoceronte é dos maiores e mais pesados animais terrestres no mundo, atualmente. As fêmeas podem pesar até 1700 quilogramas e os machos 2300. Possuem um comprimento que oscila entre os 3 e os 4 metros e uma altura que varia entre 1,60 e 1,86 metros. O chifre frontal pode chegar aos 60 centímetros de comprimento. As fêmeas possuem-no geralmente mais fino que os machos, porém, o destes, embora menos fino, é mais pequeno.
O rinoceronte-branco-do-sul habita em pradarias e savanas no sul africano, demonstrando uma aparição mais corrente na África do Sul, Namíbia, Zimbábue, Quénia e Uganda. Podem aguentar até 5 dias sem beber água.
Este animal já foi uma espécie em perigo crítico, no início do século XX, com apenas 20 indivíduos. Porém, ao longo dos anos, foi progredindo bastante, felizmente, ostentando uma população superior a 11000 exemplares em 2001.