domingo, 19 de junho de 2016

Rinoceronte-negro-central-do-sul


Nome: Rinoceronte-negro-central-do-sul
Nome científico: Diceros bicornis minor
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Descrição: O rinoceronte-negro-central-do-sul é um mamífero herbívoro que habitava, tal como o nome indica, em países como Malawi, Zâmbia, Zimbábue, a oeste e sul da Tanzânia, Moçambique e a norte e a este da África do Sul. Julga-se que também tenha sido endémico da região a sul do Congo, norte de Angola e a este de Botswana. Atualmente, é na África do Sul e em uma reduzida área no Zimbábue onde este animal reside e permanece. Tal como todos os outros rinocerontes-negros, este apresenta um lábio curvo e preênsil, que usa para cortar os seus alimentos (que são duros e resistentes, como ramos, frutas, bolbos) e para esgravatar na terra, também com a intenção de procurar alimento. Habita em savanas.
O rinoceronte-negro-central-do-sul já foi extinto em certos países, mas posteriormente reintroduzido com sucesso. Existe, ainda, um único indivíduo em Moçambique, desde 2008. Ironicamente, esta espécie em perigo crítico de extinção é a mais numerosa de todas as pertencentes ao grupo dos rinocerontes-negros.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Rinoceronte-negro-oriental

 
Nome: Rinoceronte-negro-oriental
Nome científico: Diceros bicornis michaeli
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Descrição: O rinoceronte-negro-oriental é um mamífero herbívoro, distinguível das outras subespécies pelos seus chifres, que são mais finos, longos e curvos e ainda por apresentarem um comportamento mais agressivo. A sua pele também é reconhecível por ser muito sulcada.  Medem cerca de 3 metros de comprimento e podem chegar a pesar 1360 quilogramas.
Atualmente, pode ser encontrado em savanas e florestas de vegetação alta, no Quénia e a norte da Tanzânia. Anteriormente, podia ser encontrado também na Somália e na Etiópia. Uma população de cerca de 60 indivíduos encontra-se em cativeiro, na África do Sul. A redução drástica da sua população deve-se à caça ilegal, com o principal objetivo de utilizar os cornos dos animais para decoração ou para fins medicinais (ainda que já tenha sido comprovado que os cornos de rinoceronte não possuem propriedades curativas/medicinais).

terça-feira, 14 de junho de 2016

Rinoceronte-negro-ocidental


Nome: Rinoceronte-negro-ocidental
Nome científico: Diceros bicornis longipes
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Descrição: O rinoceronte-negro-ocidental é uma subespécie do rinoceronte-negro que foi declarada extinta em 2011. Antigamente, este animal possuía uma área de abrangência na África subsaariana, mais propriamente nas respetivas savanas, só que, entretanto, a sua população foi diminuindo por causa da caça excessiva. Sabia-se que o rinoceronte-negro-ocidental era mais influente em Camarões, porém, recentes tentativas de busca por indivíduos falharam.
Media entre 3 a 3,75 metros de comprimento, 1,4 a 1,8 metros de altura e um peso oscilante entre 800 e 1400 quilogramas. A sua dieta consistia em plantas folhosas e rebentos, que eram procuradas principalmente durante a manhã ou pelo fim da tarde. Durante as partes mais quentes do dia, eles dormiam ou banhavam-se. Muitas pessoas acreditavam que os seus chifres possuíam propriedades medicinais, porém, este facto não tem nenhum fundamento científico, mas foi esta causa que levou à caça destes animais.

domingo, 12 de junho de 2016

Rinoceronte-negro-do-sudoeste


Nome: Rinoceronte-negro-do-sudoeste
Nome científico: Diceros bicornis occidentalis
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Descrição: O rinoceronte-negro-do-sudoeste é um mamífero herbívoro que habita, tal como o nome indica, no sudoeste africano, mais propriamente a norte da Namíbia (onde habitam mais espécies) e sul de Angola, tendo sido ainda introduzido na África do Sul.
Tal como todos os rinocerontes-negros, este possui lábios pontiagudos, que o permitem procurar e comer alimentos mais duros como raízes, galhos e frutas facilmente, enquanto que os rinocerontes-brancos possuem uma anatomia que lhes permite pastar, simplesmente. Este animal está adaptado a viver em climas áridos, podendo ser encontrado em savanas áridas e desertos.
Atualmente, é listado como vulnerável e a caça ilegal é a maior ameaça à sua existência, dado os preços altos que os seus chifres possuem no mercado internacional.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Rinoceronte-negro-do-sul


Nome: Rinoceronte-negro-do-sul
Nome científico: Diceros bicornis bicornis
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Outros nomes: Rinoceronte-do-Cabo
Descrição: O rinoceronte-negro-do-sul foi um mamífero herbívoro abundante na África do Sul, (desde a Província do Cabo da Boa Esperança até à de Transvaal), na Namíbia, Lesotho e Botswana. Foi extinto por volta de 1850, devido à caça excessiva e pela destruição do seu habitat natural.
Não existem fotografias nenhumas do animal ou dos seus ossos, nem mesmo alguma informação concisa acerca das medidas feitas nos mesmos. Sabe-se apenas que a sua diferenciação como espécime foi maioritariamente baseada nas proporções do seu corpo e crânio, junto com detalhes na dentição. O seu crânio era maior do que o de todas as outras subespécies conhecidas e proporcionalmente grande, comparado com o corpo. Os seus membros eram atarracados. Era um animal adaptado a áreas de vegetação abundante.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Rinoceronte-negro


Nome: Rinoceronte-negro
Nome científico: Diceros bicornis
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Descrição: O rinoceronte-negro é um mamífero herbívoro nativo de países africanos localizados a este e a sul: Botswana, Quénia, Malawi, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia, Zimbábue e África do Sul. Ainda que seja conhecido pelo adjetivo "negro", a sua cor pode variar de cinzento para castanho. Possui oito subespécies e três delas encontram-se já extintas. Tirando esses três, todos os outros elementos da família do rinoceronte-negro são classificadas como estando em perigo crítico. As principais causas foram a caça furtiva excessiva, maioritariamente pelo comércio dos seus chifres, que, na China, são usados de determinados modos, aproveitando as suas capacidades medicinais.
Um rinoceronte-negro adulto mede entre 3 a 3,75 metros de comprimento e entre 1,40 e 1,80 metros de altura. O peso de um adulto oscila por 800 e 1400 quilogramas. As fêmeas são mais pequenas que os machos. Possuem dois chifres no crânio, sendo que o frontal pode chegar até aos 50 centímetros de comprimento. O maior chifre já medido tinha cerca de 1 metro e meio de comprimento. Ocasionalmente, um terceiro chifre pequeno acaba por se desenvolver.
Diferencia-se do rinoceronte-branco pelo tamanho (o negro é mais pequeno), posição da cabeça e lábios mais curvados, em forma de gancho, que o ajudam a alimentar-se de folhas, raízes, frutas e galhos. O próprio posicionamento da cabeça deste rinoceronte é mais elevado do que o do rinoceronte-branco, dado que este passa mais tempo curvado, a pastar.
Quando adultos, são solitários, juntando-se apenas nas épocas de reprodução, normalmente após a estação chuvosa, em ambientes mais áridos. Durante esta altura, as fêmeas demarcam o solo com estrume, que faz com que os machos a sigam. Após uma parada nupcial característica, os pares ficam juntos durante 2 ou 3 dias ou até mesmo algumas semanas. A atividade sexual dura cerca de meia hora. O período de gestação é de 15 a 16 meses.
A sua preservação em cativeiro acaba também por ser um factor de risco para a sobrevivência do animal, dada a quantidade de minerais que consomem, pelos alimentos que lhes são fornecidos. Isto leva a elevadas taxas de mortalidade de rinocerontes-negros em cativeiro.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Rinoceronte-gigante


Nome: Rinoceronte-gigante
Nome científico: Elasmotherium sibiricum
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Descrição: O rinoceronte-gigante, também conhecido somente por "Elasmotherium", foi um mamífero herbívoro extinto que viveu entre o final do período Plioceno e durante o Pleistoceno, portanto, entre há cerca de 2,6 milhões de anos a 29000 anos atrás.
Era reconhecível pelo seu enorme chifre frontal, que se acreditava como sendo um meio de defesa, ataque, para escavar em busca de alimento ou água ou para atrair parceiros. Além disso, as suas patas eram mais compridas que a dos rinocerontes normais, adaptando o animal para movimentar-se a galope, de um modo semelhante aos cavalos. Embora o seu chifre nunca tivesse sido encontrado em fóssil, a sua interpretação como uma parte do animal pôde ser entendida pela presença de uma protuberância de grandes dimensões num crânio descoberto. Além disso, dado que todos os rinocerontes sempre tiveram chifres frontais, não era de admirar que esta espécie também o tivesse.
A primeira evidência fóssil do rinoceronte-gigante encontrada foi uma mandíbula inferior, em 1808, na Rússia. Os indivíduos conhecidos chegam a medir até 4,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e um peso que oscila entre 3,6 a 4,5 toneladas. Habitava em áreas frias e nelas predominavam planícies e estepes pela Eurásia, onde podiam facilmente encontrar alimento.